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Estresse e emagrecimento

 

Imagino que para você, assim como para qualquer mulher moderna, a carreira se tornou parte essencial da vida. Como são tantas demandas, a chance é grande de você se sentir sem tempo para cuidar de você, da sua saúde, da sua casa, dos seus relacionamentos e da sua família... 

 

Provavelmente você dorme pouco, se sente cansada e devendo para todos, não consegue fazer uma atividade física com regularidade e vê oportunidades de se alimentar melhor... e ainda deve faltar energia para curtir tudo que você já conquistou.

 

Esse cenário se tornou realidade para a maioria de nós. O estresse faz parte do dia a dia, como ir ao trabalho, escovar os dentes e tomar café. Sabemos o mal que ele faz e sabemos também que devemos tentar controlá-lo, mas de fato, não conseguimos.

 

Na prática do Health Coach vejo ainda um outro problema. Mulheres que tentam de todas as maneiras manter o peso e não conseguem e nunca atribuem ao estresse o fato gerador de não conseguirem emagrecer. Hoje vou propor uma analogia pouco convencional, mas que pode explicar sua luta com a balança e te darei as estratégias que você precisa saber para resolver esse tema de uma vez por todas.

 

 

Estresse e emagrecimento - diretamente ligados

 

Quando estamos muito estressadas produzimos, em maior quantidade, um hormônio chamado cortisol. Esse hormônio esteroidal tem várias funções, tais  como reduzir inflamações, contribuir para o funcionamento do sistema imune e manter os níveis de açúcar no sangue constantes. Ele também está diretamente ligado às reações e respostas do corpo frente a situações de estresse, pois quando ele está em alta a pressão arterial e o açúcar no sangue aumentam oferecendo energia aos músculos para corrermos ou lutarmos.

 

Esse é um processo chamado “flight or fight” que ativa o sistema nervoso simpático que é o responsável por preparar o nosso corpo para reagirmos a ameaças à vida. O problema é que hoje em dia encaramos o prazo apertado de entrega de um projeto ou o trânsito caótico que nos faz chegar atrasadas a compromissos profissionais como “ameaças à vida” e todo esse processo de ativação do sistema nervoso e de produção de hormônio segue essa máxima. O problema maior disso tudo é que quando o cortisol é produzido em grande quantidade, ele pode impactar no seu processo de emagrecimento. 

 

 

Permeabilidade intestinal,  disbiose e estresse.

 

Agora guarde essa informação e vamos para o seu intestino! Oitenta por cento da serotonina, que é o neurotransmissor que gera a sensação de bem estar, é produzida no intestino. Se o seu intestino estiver funcionando bem, ótimo, porém se o seu intestino estiver com a permeabilidade comprometida ou em disbiose, tanto esse neurotransmissor como vários outros hormônios e substâncias importantes para o bom funcionamento do organismo não estarão sendo produzidos em quantidade adequada. Quando isso acontece, o desânimo, o cansaço, a depressão e o estresse se elevam e levam ao quadro de aumento de estresse, aumento de cortisol, aumento de peso. 

 

Para você entender o que significa uma permeabilidade intestinal prejudicada: imagine o seguinte cenário: O alimento que você ingeriu vai para o seu estômago, depois o intestino finaliza a digestão e absorve o que é desejável e necessário para manter sua boa saúde e então isso é transmitido pela corrente sanguínea para todo o seu corpo para nutrir todas as células, formar enzimas, hormônios, proteínas e neurotransmissores.

 

A permeabilidade intestinal é super importante nesse processo pois significa que só entra e sai do intestino o que deve entrar e sair; para o órgão correto ou para a corrente sanguínea. É como se houvessem muitas fechaduras e chaves específicas para mandar várias substâncias do intestino (enzimas, vitaminas, proteínas, neurotransmissores) para o lugar certo, porém imagine uma sala onde a porta está fechada e a fechadura trancada mas existem vários buracos na parede. Se você jogar água nessa parede, a água vai entrar mesmo a porta estando trancada. É exatamente isso que acontece quando a sua permeabilidade intestinal está comprometida. O intestino faz a seleção do que é bom e do que é ruim e se a permeabilidade está prejudicada, toxinas podem voltar para a corrente sanguínea e nos intoxicar.

 

Obviamente essa intoxicação nos deixa ainda mais nervosos e irritados, indispostos e cansados gerando mais estresse e consequentemente prejudicando o processo de emagrecimento.

 

Já a  disbiose acontece quando bactérias maléficas à saúde estão em maior quantidade no seu intestino. O ideal é ter 40% de bactérias “ruins”, 40% de bactérias boas e 20% que vão jogar no time que tiver ganhando. Assim, se você come mal, não dorme bem e vive estressada essa galera em cima do muro vai pender para o time das ruins e a disbiose acontece. 

 

 

Bactérias ruins e o sobrepeso

 

Já foi comprovado cientificamente por uma pesquisa feita em Washington pelo Dr. Jeffrey Gordon que quando estamos falando de manutenção de peso, o que importa é o quanto de caloria as pessoas absorvem e não quanto elas ingerem. Dependendo da sua microbiota intestinal, ou seja, dependendo de quais são os micróbios que habitam o seu intestino, essa absorção pode ser maior ou menor, pois algumas cepas de micróbios são capazes de absorver até 2% a mais de calorias da sua alimentação e isso pode fazer uma grande diferença no seu peso no fim de um ano. 

 

Ou seja, se o seu intestino for habitado por bactérias ruins, ela extraem menos nutrientes da comida e aí você quer comer mais pois o seu organismo “pede”. Outra coisa que também acontece é que bactérias ruins geralmente preferem alimentos ruins, então uma disbiose pode te dar uma grande vontade de comer doces, e consequentemente aumentar o seu peso e diminuir os nutrientes disponíveis no seu organismo para produzir serotonina e vários outros hormônios e enzimas que participam dos processos bioquímicos que te darão disposição, energia e bem estar.

 

 

Vamos incluir o sono nesta equação

 

A melatonina, o hormônio do sono, é também sintetizada no intestino, então você já sabe, você está estressada e/ou com seu intestino em disbiose ou com a permeabilidade intestinal comprometida, muitos processos vitais não acontecerão, incluindo a produção de melatonina, e aí ou você passa a ter dificuldades para dormir, acorda cansada e consequentemente tem um dia ainda mais estressante ou você toma remédio para dormir. 

 

O que não sabemos é que esses remédios que muitas vezes parecem inofensivos, podem gerar perda de memória a longo prazo, sobrecarregar o fígado e gerar dependência. Aí você terá outros problemas para lidar além do estresse e do sobrepeso, ou seja, melhor que tomar um remédio para dormir é cuidar do seu estresse e do seu intestino.

 

 

A culpa não é da genética

 

Dos quase 20 mil genes que temos, somente 32 estão associados ao peso. A diferença média de peso entre as pessoas com uma leve tendência genética à obesidade e aquelas com uma tendência mais alta, é de apenas 8 quilos. Para aquelas que gostam de culpar os pais, isso equivale a um risco extra de 1% a 10% de ter excesso de peso para os que têm a pior combinação dessas variantes de genes. Fica difícil culpar a genética pela epidemia de obesidade pois há 60 anos atrás quase todo mundo era magro e os genes da população humana eram exatamente os mesmos. 

 

Entendeu agora a relação de tudo? Você está estressada, produz muito cortisol, ativa seu sistema simpático, não tem tempo para cuidar da saúde e com isso o seu intestino fica prejudicado, produz mais toxinas e isso te deixa ainda mais estressada e assim, além de todas as consequências que isso gera na sua vida, fica praticamente impossível emagrecer. 

 

É por isso que na prática do Health Coach, trabalhamos principalmente em te ajudar a lidar com as questões do dia a dia de forma tranquila e equilibrada e em conseguir liberar tempo para você pois assim, você estará gerando menos sobrecarga no seu organismo, conseguirá cuidar de você e não ativará o  gatilho de estresse crônico que impedirá a sua manutenção de peso de forma adequada. Temos clientes na Equilibra que emagreceram até 18 quilos sem fazer dieta da moda, mas focando em colocar a carreira no seu devido lugar e cuidando de si, das suas relações e da sua espiritualidade.

 

No próximo texto vou te dizer o que causa disbiose, permeabilidade intestinal e estresse crônico e como você pode tratar de tudo isso de forma leve e saudável, manter um peso adequado e ficar feliz com sua imagem.

 

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